
Foto: Henely Avelar.
Anna deita-se de lado, a lágrima escorre de um olho ao outro, as imagens a emocionaram do começo ao fim, não pode deixar de relacionar as leituras poéticas com as imagens do filme romântico. Permaneceu em um choro quieto e sem expressões, até que o telefone a despertou de uma angústia que tinha nome, tinha forma e tinha cheiro. Ela sentia saudade e seu corpo a informava sobre tal, a posição fetal lhe fez adormecer com os olhos ardentes e seu coração a cada batida ficava mais doce.
Viva o amor dos jovens poetas !!






